Sócio-diretor da Hi Brasil Tobacco faz balanço de 2017 e se mostra otimista para 2018.

ENTREVISTA

As expectativas paras os negócios em 2018 são “as melhores possíveis”. Para o sócio-diretor da HBT, Renato Volonghi, o ano começa com a promessa de ser um grande ano para a empresa. E a temida recessão financeira? Isso já é coisa do passado. Segundo Volonghi a empresa irá colher os resultados de seus esforços dos últimos anos. E garante: novidades em produtos estão por vir.

1) Na tua avaliação, como foi o ano de 2017 para HBT?

2017 foi um ano muito bom para a HBT. Intensificamos nosso trabalho no Brasil, aumentamos a distribuição por aqui e expandimos nossa exportação. Além de termos fortalecido a relação com a Argentina e com o Chile, no ano que passou concretizamos o negócio com o Japão. O país é um dos maiores mercados consumidores de tabaco para enrolar do mundo, por este motivo, a entrada da nossa marca no Japão significa muito para a empresa.

 

2) 2018: quais as expectativas para os negócios?

As melhores possíveis. Se em 2017 enfrentamos uma recessão financeira no Brasil, o que nos exigiu muito controle e planejamento, 2018 começamos muito bem, com boas perspectivas e negócios acontecendo. Tenho certeza que iremos, neste ano, colher os frutos de todas nossas escolhas e investidas dos últimos anos.

 

3) Os consumidores podem esperar novidades em produtos?

Com certeza. A gente não pode parar, é preciso inovar sempre, não é verdade? Nossa equipe de MKT está sempre atenta aos novos produtos e novidades do mercado. Em breve, novos produtos das nossas marcas estarão disponíveis para venda.

 

4) A Hi Brasil Tobacco começou em 2011 apenas com 1 produto no portfólio. Hoje, 7 anos depois, possui mais de 16 produtos próprios no catálogo e o Hi Tobacco é marca de tabaco para enrolar mais comercializada no Brasil e em Santiago (Chile). A que você atribui o sucesso da empresa?

Acredito que foi um conjunto de fatores que, trabalhados em equipe, resultaram nesse sucesso. Mas, ao meu ver, um ponto se destaca: nós sempre priorizamos a qualidade. Não importava a situação do mercado ou o retorno financeiro do momento, nós estávamos em busca do melhor produto em termos de tabaco de qualidade, embalagens diferenciadas e conceito de marca inovador. Nunca desistimos de ter qualidade, em todos nossos processos. E seguimos firmes com este objetivo. Sabemos, é claro, que sempre podemos melhorar, mas, sem dúvidas este nosso esforço para entregarmos produtos de qualidade foi reconhecido pelo mercado.

 

5) Cada vez mais o Governo tem “fechado o cerco” para as empresas que trabalham com tabaco. Em maio deste ano ocorrerão mudanças nas embalagens, o que irá diminuir a exposição da marca no próprio produto. E, já foram anunciadas outras mudanças referentes a exposição dos Displays nos pontos de venda para os próximos anos. O que tu achas destas medidas adotadas pelo Governo? Isto “atrapalha” o negócio da HBT?

De certa maneira, atrapalha sim. Afinal, toda vez que a Lei muda temos que mudar nossas embalagens, recolher as “antigas” e imprimir novas. Mas, nós já sabemos que o mercado de tabaco é assim e estamos sempre atentos a estas questões, justamente para diminuir os custos e impactos na marca. O jogo é esse mesmo: o Governo faz a parte dele, dita as regras, e nós seguimos o nosso negócio. Não podemos nos apavorar frente as exigências, pelo contrário, temos que olhar para elas e buscar soluções inteligentes para o nosso negócio.